sábado, 15 de outubro de 2011

 Tão pequena, tão só, tão incapaz, tão fraca, tão inútil. Tão sentimentalista com aquela sua nostalgia que destrói tudo por dentro, tão bondosa, tão sincera, tão bem e ao mesmo mal, tão “Nem ai”, “Tanto faz”. Tanta falta, tanto ódio e ao mesmo tempo tanto amor (…) Sentia tudo o que não queria sentir. Tão mascarada com aquele sorriso no rosto, tão disfarçada, fantasiada, tão morta, tão (in)feliz. Tão arrependida, tão na dela, tão sem motivos, tão vazia, tão eu

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